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Reto de apresentação do ciee

Heisenberg não executa a distinção entre aproximações metodológicas e filosóficas, e devido a este fato na sua análise do conhecimento científico há transferências injustificadas das estimativas recebidas e resulta de uma aproximação no outro. Apontando para a distinção radical entre Democritus e os conceitos de Platon, realmente, quer dizer as suas doutrinas filosóficas. Mas por meio disso Heisenberg perde de vista a semelhança profunda das suas teorias físicas, diretamente transferindo estimativas dos seus conceitos filosóficos a estimativas dos princípios de teorias físicas.

A teoria de relatividade e mecânica quântica - também fechou teorias que se inclinam na idealização peculiar. Para a criação da teoria fechada semelhante no momento da pesquisa de partículas elementares é necessário procurar ou construir a idealização mais profunda que em um caso de limite levaria a teorias físicas já conhecidas. Digamos que tal idealização se encontre e construísse a teoria fechada de partículas elementares. Se é possível dizer neste caso, o que a física veio ao fim?

Certa rejeição de uma hipótese de quarkes por Heisenberg causa-se pelos seus princípios metodológicos e o seu conceito do conhecimento científico. Perfeitamente realiza a complexidade de procedimentos informativos e presta a atenção do leitor que a física moderna aproximou tais elementos iniciais do mundo natural para o qual todos os nossos meios de apresentá-los em imagens evidentes ou conceitos habituais não só não nos dão a nova compreensão, mas nos devolvem à antiga antinomia não solúvel.

De outro lado, a tendência geral do pensamento de ser humano conduzido, Heisenberg, à crença crescente em notas de conceitos racionais exatas e esta tendência contatou com o ceticismo de conceitos bastante inexatos da língua ordinária. A física moderna, continua-o, aumentou este ceticismo e ao mesmo tempo opôs a reavaliação de conceitos científicos e finalmente o ceticismo, como confirmação disto a ciência mais exata não pode mas usar conceitos inexatos (que é tal que não se define por meio do sistema de axiomas e definições que formam a base lógica da ciência), Heisenberg aponta para o conceito da infinidade de matemáticas que conduzem a contradições e sem o qual, contudo, é quase impossível construir as seções mais importantes desta ciência.

As reclamações para a generalidade continuam trabalhando, mas não significa a sua realização no sentido que todos os fenômenos naturais podem explicar-se com base na mecânica. E, no entanto, a grande esfera de experiência bastante descreve-se definitivamente em conceitos da mecânica e sempre pode apresentar-se por estes conceitos. Heisenberg nota neste sentido que o general e a oferta especial coexistem e na estrutura geral do conhecimento e fazem a característica essencial e necessária do seu desenvolvimento.

Heisenberg, indubitavelmente, tem razão quando as reclamações que a modificação em ideias da realidade feita pela nova física, especialmente teoria dos quanta não pode ser continuação simples do desenvolvimento prévio. Aqui é sobre as verdadeiras dores de retirada na estrutura de ciências naturais e sobre a volta no pensamento. Heisenberg considera as conclusões filosóficas do desenvolvimento da nova física que se relaciona com problemas da realidade e uma matéria, o espaço e tempo, lógica do conhecimento científico, etc. compara-os com velhas tradições filosóficas.

Não simplesmente a realidade objetiva, mas o conhecimento dela como são os meios da compreensão do mundo aparece o objeto da pesquisa da ciência moderna. A afirmação sobre a existência objetiva daquelas coisas que fazem o resultado da pesquisa, aparece em si mesmo um problema sério.

Na história do pensamento filosófico o problema discreto e contínuo compreendeu-se por Kant que lhe deu a forma da antinomia, tendo indicado por aquele caráter seu profundamente dialético. Discutindo esta antinomia, Heisenberg procura mostrar que a oposição de divisibilidade e indivisibilidade surge devido à relutância de instalações epistemológicas. "A razão da emergência da antinomia, – escreve, – compõe-se consequentemente na nossa crença incorreta como se tenhamos o direito de aplicar-nos as representações evidentes a isto ocorre no mundo de objetos extremamente pequenos" (2, a página 1