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Ambas as aproximações têm as vantagens e minuses. Se a auditoria interna for estruturalmente independente, a gestão da companhia (e comitê de Auditor) informação mais objetiva sobre uma condição do sistema de monitorização em várias divisões e a vários níveis funcionais, e também sobre os riscos existentes que provê o nível devido do controle sob a implementação de recomendações de auditor recebe. Se a auditoria interna existir dentro do departamento de finanças, que é perigo que a aproximação prevaleça "para lavar o linho sujo em casa", e como isso as recomendações de auditor não se implementarão ou vão se realizar parcialmente. Mas, o nível hierárquico de para quem o relatório de auditor se destina é mais alto, o e pronto a empregados de interação pode estar menos aberto durante a auditoria, e não deve esquecer-se dele.

Um dos objetivos principais do departamento - para ajudar o pessoal da companhia com a implementação eficaz dos seus deveres, promover a gestão à procura dos caminhos mais produtivos do uso de produção e recursos humanos e identificação de reservas adicionais da empresa de aumento da produtividade e rentabilidade da produção. Os auditores com esta finalidade internos têm de fornecer os relatórios sobre resultados do trabalho que contém a informação geral sobre objeto, a sua análise, uma avaliação e recomendações sobre a eliminação das faltas reveladas.

Os líderes da companhia e o diretor da auditoria interna têm de lembrar-se de que a objetividade do auditor interno no grande grau é sob o efeito da cultura interna e uma situação na companhia. Se a gestão for intolerante de erros e faltas, que é risco que o trabalho do auditor interno se reduza consequentemente à identificação das pessoas que fizeram um erro, mas não à identificação e a solução do problema.

A auditoria interna é uma avaliação da confiança e a eficiência do sistema existente de controle interno e auditores internos - as pessoas incitadas a executar imparcialmente e profissionalmente tal avaliação. Em outras palavras, a auditoria interna é a função de uma avaliação independente de todos os aspectos da atividade da organização que se transporta fora de dentro da organização e se dirige à criação em gerentes da companhia da confiança que o sistema de monitorização existente é fiável e eficaz.

Falando do controle interno, é importante realizar que é só útil se se dirigir à realização de metas específicas, e antes de estimar os resultados do controle, é necessário definir estes objetivos. Há cinco objetivos principais do controle interno:

É importante observar que não a criação do sistema de monitorização que completamente garantiria a falta de desvios, erros e falta de eficiência no trabalho e sistema que ajudaria a revelá-los e eliminá-los no devido tempo tem de ser o objetivo da companhia, fomentando o aumento da eficiência operacional. Depois que todos os recursos dirigidos pela companhia à criação do controle excessivo podem usar-se para a realização de outros objetivos e tarefas. Contudo, o sistema até bem construído e organizado do controle interno precisa de uma avaliação da eficiência tanto do ponto de vista da realização de metas, como do ponto de vista da rentabilidade. Servem este objetivo como já se disse, auditoria interna.

Política: aprova-se ao nível da gestão segundo os objetivos e as tarefas da organização e publica-se por escrito, chama-se a atenção de empregados, reconsidera-se periodicamente e atualiza-se como necessitado.

Os objetivos, os poderes e a responsabilidade do departamento da auditoria interna em uma etapa da sua criação têm de emitir-se na forma do documento escrito aprovado pela gestão da companhia e aprovaram-se pelo Conselho de diretores. Este documento permitirá fornecer a posição organizacional especial, independência e isolação do departamento que, à sua vez, garante a justiça e imparcialidade de juízos dos seus empregados. O chefe do departamento de auditoria interno tem de submeter-se diretamente ao chefe da companhia ou outro funcionário alocado com os poderes suficientes para assegurar a independência de ações de auditores e para a aceitação medidas adequadas das faltas reveladas.